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19 de abr de 2013

TRANSTORNO DO COMER COMPULSIVO

O que é?

Anteriormente conhecido como binge, o transtorno do comer compulsivo vem sendo reconhecido, como uma síndrome caracterizada por episódios de ingestão exagerada e compulsiva de alimentos, porém, diferentemente da bulimia nervosa, essas pessoas não tentam evitar ganho de peso com os métodos compensatórios. Os episódios vêm acompanhados de uma sensação de falta de controle sobre o ato de comer, sentimentos de culpa e de vergonha.

Muitas pessoas com essa síndrome são obesas, apresentando uma história de variação de peso, pois a comida é usada para lidar com problemas psicológicos. O transtorno do comer compulsivo é encontrado em cerca de 2% da população em geral, mais freqüentemente acometendo mulheres entre 20 e 30 anos de idade. Pesquisas demonstram que 30% das pessoas que procuram tratamento para obesidade ou para perda de peso são portadoras de transtorno do comer compulsivo.

O que se sente? 

Episódios de ingestão exagerada de alimentos.
Comer mesmo sem ter fome.
Dietas freqüentes.
Flutuação do peso.
Humor deprimido.
Comer em segredo por sentimento de vergonha e culpa.
Obesidade.

As complicações médicas estão relacionadas diretamente com o aumento da ingesta calórica e suas repercussões. As principais são: 

Obesidade
Infarto
Pressão alta.
Aumento do colesterol.
Diabete.
Complicações cardíacas.
Problemas osteomusculares e articulares

Causas

As causas desse transtorno são desconhecidas. Em torno de 50% das pessoas têm uma história de depressão. Se a depressão é causa ou efeito do transtorno, ainda não está bem claro. Muitas pessoas relatam que a raiva, a tristeza, o tédio, a ansiedade e outros sentimentos negativos podem desencadear os episódios de comilança. Embora não esteja claro o papel das dietas nesses quadros, sabe-se que, em muitos casos, os regimes excessivamente restritivos podem piorar o transtorno.

Como se trata?

O transtorno do comer compulsivo desenvolve-se a partir da interação de diversos fatores predisponentes biológicos, familiares, socioculturais e individuais. O seu tratamento exige uma abordagem multidisciplinar que inclui um psiquiatra, um endocrinologista, uma nutricionista e um psicólogo. O objetivo do tratamento é o controle dos episódios de comer compulsivo através de técnicas cognitivo-comportamentais e de um acompanhamento nutricional para restabelecer um hábito alimentar mais saudável. A psicoterapia dinâmica ou a interpessoal podem ajudar o paciente a lidar com questões emocionais subjacentes. O acompanhamento clínico faz-se necessário pelos riscos clínicos da obesidade. As medicações antidepressivas têm se mostrado eficazes para diminuir os episódios de compulsão alimentar e os sintomas depressivos.




* Veja bem, não tenho esse transtorno não. É que eu comi tanto hoje que acabei me deixando levar pela gula a noite, exagerando e, agora, tô numa situação de passar mal. Na verdade nem comi tanto assim, mas é que tô desacostumada... Me acabei tanto de sushi que acabei vomitando algas quando cheguei em casa  que estou enjoada.
Estou tentando estar mais leve hoje porque quando li os comentários de vocês no meu post de ontem... Acho que foi a Milena que falou que se sentia meio impotente e não deixa de ser verdade. Como a gente acaba se apegando aqui na blogosfera, eu imagino que também ia ficar me sentindo de mãos atadas se lesse um blog como o meu.

"Não bebe!" - e eu bebo
"Tome os remédios!" - e eu a dois dias sem.
"Não se corte!" - e eu praticamente BFF da lâmina.

Desculpem. Eu sei que é frustrante. Eu desabafo aqui, peço para vocês lerem e acabo fazendo vocês de testemunhas de meu ciclo sem fim. Cheguei a pensar em acabar com o blog, mas sem isso aqui, bem, aí esqueçam de Eilan na existência.

Eu tento. Mas tá difícil. Principalmente depois do episódio do e-mail.
A gente faz assim: eu passo o e-mail dele pra que vocês me defendam virtualmente, que tal?
Mandar um recado assim: "E a mãe, vai bem?"
Brincadeira. Tô com salmão demais na cabeça.

Enfim. A gente coloca aquele sorriso fake no rosto e chora no banheiro.

6 comentários:

  1. Ei boa sexta pra nós.
    Bem sobre a materia : digo que tme muita gente se escondendo por tras da argumentação para não comer saudavel e ter do que reclamar e não assumir sua irresponsabilidade. Pois quem tem de fato o transtorno sofre muito dentro do ciclo tão bem descrito por sua matéria. mas como a Ser Hu- Mano esta sempre tentando fugir de suas responsabilidades..vai se equivocando e brincando com assunto serio. Pois deve ser terrivel sofrer com algo que tem aver como a sobrevivencia que é a laimentação do dia a dia.

    Quanto a sua postura, acabar com o blog que para que?
    para nos privar de sua companhia aqui na blogsfera?
    Affff.
    nem pensar.

    Linda sexta.
    Esse meu blog foi o primeiro de tantos que hoje administro.
    E hoje e sempre
    Poesia
    nunca é ou será demais.
    Bjins entre sonhos e delírios
    Catiaho Alcantara/ Reflexo d'Alma

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  2. fico vazio de comentários para o que escreve.

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  3. Lembre-se de uma coisa, vc TEM um transtorno, vc não É o transtorno. Vc é muito mais do que borderline. Um dia alguém me disse isso dobre a depressão e acho que a pessoa tinha total razão. bj

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  4. Oi menina.
    O que está acontecendo com o mundo? Será a facilidade de ter demais? Eu tenho 65 anos e nunca sofri nada disso, tive uma infância pobre, mas peralta e uma juventude de muita beleza e amor( amor, não confunda com transa).
    Deixei de lecionar há dois anos e pude ver crianças com muitos transtornos, será o mundo ou os pais que não estão conseguindo amar seus filhos?
    Gostaria de ajudá-la, mas sou leiga nisso. Logo conversaremos por e-mail
    Força menina!
    Beijos
    Lua Singular

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